Filme “As Mães de Chico Xavier” e sua campanha CONTRA o ABORTO.

Posted on Abril 8th, 2011 in Aborto |

                                       

“O aborto não é, como dizem, simplesmente um assassinato. É um roubo… Nem pode haver roubo maior. Porque, ao malogrado nascituro, rouba-se-lhe este mundo, o céu, as estrelas, o universo, tudo. O aborto é o roubo infinito. (Mário Quintana)

Ficamos emocionados e felizes ao assistir o filme: As Mães de Chico Xavier. Baseado na obra ” Por Trás do Véu de Ísis” de Marcel Souto Maior. O filme é mais que uma lição de vida e de espiritualidade, ele silencia as campanhas abortistas no Brasil. Não só desencoraja o aborto, como mostra o drama daqueles que vivenciam este momento nos dois planos, no mundo material e espiritual. E, demonstra que o direito à vida independe da opção religiosa de cada um.

O filme chega na hora certa, em que a pressão para se aprovar o aborto no Congresso se faz mais forte por grupos abortistas, no governo da primeira mulher presidente do Brasil.

E como afirma Jaime Ferreira Lopes, militante Pró-vida: Na luta em defesa da vida no Brasil um dos grandes adversários sempre foi a mídia, incluindo aí, os grandes Jornais Nacionais.

No caso agora do Filme intitulado “As Mães de Chico Xavier” é notório o terrível silêncio de boicote da mídia nacional em razão da FORTE MENSAGEM PRÓ-VIDA, especialmente, no que diz respeito ao ABORTO. Alguns críticos têm dito aos produtores e divulgadores do filme que este filme é uma peça de publicidade contra a legalização do aborto e, por isso mesmo, afirmam que sua mensagem é moralista, fundamentalista, conservadora e retrógrada. Essa maneira de pensar não é novidade nenhuma para quem milita na defesa da vida e está acostumado a enfrentar TODOS OS OBSTÁCULOS da grande mídia, que é claramente pró-aborto, servindo desta forma, aos interesses do movimento pela legalização do aborto em nosso país.

Fato é que não podemos permitir que este filme saia de cartaz sem alcançar um patamar de milhões de brasileiros a assistí-lo. O pano de fundo do seu roteiro é, evidentemente, espiritualista, mas o que fica na mente das pessoas que já viram é a sua profunda e corajosa mensagem em defesa da vida, apresentada pela vivência sofrida de 3 mães que expressa no OLHAR DOCE E AMOROSO, FORTE E DETERMINADO, ao buscar dentro de si mesmas a FORÇA NECESSÁRIA para romper com os obstáculos que feriam, de morte, a sua MATERNIDADE, encontrando na figura DOCE DE CHICO XAVIER a resposta para as suas angústias frente à DOR da perda ou da possibilidade de perder UM FILHO. Num mundo marcado pela VIOLÊNCIA esse filme nos impulsiona, ainda mais, a continuarmos firmes em nossas lutas pela CAUSA DA DEFESA DA VIDA, de maneira INCONDICIONAL.

                                     

GOOGLE, parabéns!

Posted on Maio 7th, 2010 in Aborto |

CLÍNICAS ABORTISTAS DA ESPANHA DENUNCIAM A GOOGLE POR NÃO PUBLICAR SEUS ANÚNCIOS NO SITE DE BUSCAS.
Notícia original: http://www.hazteoir.org/node/29984
Cerca de trinta estabelecimentos abortistas na Espanha decidiram denunciar a empresa Google por não publicar seus anúncios no site de buscas.

 A associação pró-vida “Direito a viver” emitiu um comunicado em que considera que tal postura não é mais que “uma nova tentativa de impor as teses abortistas, com o fim claro de aumentar os já por si mesmos lucrativos resultados econômicos de seus negócios”. “A tentativa de amedrontamento torna-se clara, quando acusam a empresa de por ‘em grave risco a saúde e os direitos das mulheres espanholas’ ao não admitir anúncios de clínicas abortistas na Espanha, política que também se aplica em países como Alemanha, Argentina, Brasil, Hong Kong, Indonésia, Polônia ou Italia, entre otros tantos”, assinala o documento.A porta-voz de “Direito a viver”, Gádor Joya, assinalou que essas acusações, além de serem um estratagema para tentar que a Google se submeta a tais postulados, supõem “uma grosseira falsidade que, mesmo repetida por muitas vezes, não deixará de ser denunciada por quem defende o direito a viver. O aborto não cura, não preserva a saúde das mulheres. O aborto mata”.

Joya considera, também, que é “sintomático e patético que os estabelecimentos abortistas tenham recorrido mais uma vez a buscar abrigo nas saias do Ministério de Igualdade para defender seus interesses”, como já fizeram na gênesis da nova lee do aborto que entrará em vigor no próximo dia 5 de julho. As empresas abortistas se reunirão no próximo dia 12 de maio com a secretária-geral de Políticas de Igualdade, Isabel Martínez.

“Em todo caso, com a ajuda do Ministério ou sem, os estabelecimentos abortistas vão seguir tendo pela frente o Direito a Viver, que não deixará de denunciar seu enriquecimento a custo da vida de tantos seres humanos e do sofrimento das mães e dos pais”, conclui.

A postura da Google

No ano passado, a Google emitiu um comunicado a várias clínicas abortistas, anunciando-lhes a negativa em publicar esses anúncios por ir contra sua “linha editorial”. Em concreto, o site de buscas assegurava que não transmitiria a publicidade destes centros que contenham nas buscas as palavras: “Diagnóstico prenatal”, “enfermedades venéreas”, “ginecología”, “planificación familiar”, “planificación familiar, estudios de fertilidad”, “planificación familiar, píldora día después”, entre outros.

Sete clínicas (Centro Médico Eira, Centro Pacífico, Clínica Arce, Clínica Ginecológica Callao, Clínica Isadora, EMECE y Ginetec) receberam uma comunicação de Google AdWords, nas que se lhes indicava que se bloqueava sua solicitação, porque a política do site de buscas impede anunciar webs que “promovam serviços de aborto” que sejam dirigidos a 15 países, entre os quais a Espanha.

“Entendemos que te preocupes que tenhamos negado teu anúncio baseando-nos em nossa política de abortos. AdWords de Google impede sites web que promovam serviços de aborto e que se orienten aos seguintes países e territórios: Alemanha, Argentina, Brasil, Espanha, Filipinas, França, Hong Kong, Indonésia, Itália, Malásia, México, Peru, Polônia, Cingapura ou Taiwan”, diz no comunicado enviada pela Google a várias clínicas.

Em seguida, vários centros abortistas e de planejamento familiar anunciaram que solicitarão a mediação do Ministerio de Igualdade, para que convença a Google a retirar esta “política discriminatória” e estuda reclamar à Comissão da Competência um possível abuso de posição dominante, posto que consideram que o veto do Google é mais relevante que o de qualquer outro suporte publicitário, ao controlar em torno de 80% da publicidade online na Espanha.

Hillary Clinton e Obama: Discurso Abortista no Brasil

Posted on Abril 13th, 2010 in Aborto, Discurso Abortista |

Hillary Clinton no Brasil:
_As mulheres do mundo todo têm o “direito pessoal fundamental” ao aborto. Em um encontro pouco percebido, realizado em uma cidadezinha no Brasil, no início deste mês, a Secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse que as nações com restrições ao aborto negam às mulheres um “direito pessoal fundamental.”

“Em todos os países, esta é uma decisão para as pessoas do país,” ela disse, “porém, penso que isso é algo que precisa ser cuidadosamente refletido por causa do grande efeito que essa questão exerce no número de filhos que as mulheres pobres têm e que não podem educar, alimentar e cuidar adequadamente, além do grande dano que os abortos ilegais causam, e a recusa de que as mulheres sejam capazes de exercer tal direito pessoal fundamental.” 85% das 189 milhões de pessoas da nação são católicas, o que torna a nação o país católico mais populoso do mundo.

A secretária de estado também faz propaganda do compromisso com o aborto da administração de Obama em seu intercâmbio com um estudante de direito, reimpresso integralmente aqui.

PERGUNTA: (Via intérprete) Boa noite. Meu nome é Medina. Sou estudante de direito de (inaudível). E também tive a grande oportunidade de ir aos Estados Unidos como bolsista (inaudível) dos EUA, e estou muito grata por essa oportunidade.

Não estou certa se a senhora está sabendo que o direito ao aborto não existe no Brasil, ele não é apenas legal – mas também um crime. E muitos, como, por exemplo, milhares de brasileiras morrem a cada ano de abortos ilegais, o que o torna a primeira causa de óbito de gestantes neste país. O direito ao aborto também não é acessível a todas as mulheres americanas. Quais são as medidas, quais são as iniciativas agora ao longo do mandato de Obama para torná-lo – para mudar essa situação nos Estados Unidos? Obrigada.

SECRETÁRIA CLINTON: Bem, o Presidente Obama e eu acreditamos no direito de escolha da mulher. E o Presidente Obama inverteu políticas em voga desde a administração anterior, que impediam as mulheres de tomar uma decisão informada. E ele também inverteu aquilo que se chama regra da mordaça com relação a informações que vêm de programas de ajuda a mulheres em nível mundial. E ele também investiu muito em serviços de planejamento familiar, para que todas as mulheres tenham uma chance de exercer os seus próprios direitos…

… Assim, o Presidente Obama tem dado passos desde que se tornou Presidente para dar o direito de escolha a mulheres , para evitar que as mulheres tenham que fazer essa escolha, através de um melhor planejamento, bem como informação e educação melhores.

Diga Não! Aborto de Fetos Anencéfalos.

Posted on Março 31st, 2010 in Aborto, Anencefalia- aborto |

Religiosos e OAB divergem sobre aborto de fetos anencéfalos. Projetos em tramitação no Congresso tentam permitir a interrupção da gravidez nos casos de feto anencéfalo. O Supremo Tribunal Federal deve se posicionar sobre o assunto nos próximos dias.
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/146255.html

Representantes do Movimento Brasil Sem Aborto, da Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB) e da Federação Espírita Brasileira (FEB) reforçaram, em seminário da Comissão de Legislação Participativa (CLPCriada em 2001, tornou-se um novo mecanismo para a apresentação de propostas de iniciativa popular. Recebe propostas de associações e órgãos de classe, sindicatos e demais entidades organizadas da sociedade civil, exceto partidos políticos. Todas as sugestões apresentadas à comissão são examinadas e, se aprovadas, são transformadas em projetos de lei, que são encaminhados à Mesa Diretora da Câmara e passam a tramitar normalmente.) da Câmara nesta quinta-feira, posição contrária ao aborto para os casos de anencefalia (problema cerebral que incapacita o feto para a vida fora do útero). A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) defendeu o direito de escolha da gestante.

Atualmente, o aborto só é permitido em casos de risco de morte para a gestante e de estupro. Há projetos em tramitação no Congresso que tentam permitir a interrupção da gravidez nos casos de feto anencéfalo, e o Supremo Tribunal Federal (STF) deve se posicionar sobre o assunto nos próximos dias.

O seminário, que pela manhã promoveu debate sobre questões relacionadas à eutanásia e a outros meios de abreviar a vida de pacientes terminais, foi organizado a pedido do deputado Dr. Talmir (PV-SP).

Atividade cerebral:

As entidades religiosas temem que uma mudança na legislação abra caminho para a descriminalização do aborto no Brasil. A ginecologista Elizabeth Cerqueira, da comissão de bioética da CNBB, afirma que a criança anencéfala recém-nascida pode manter atividade cerebral, respiração e movimentos dos olhos por tempo indeterminado.
Ela sustentou que há esperanças de prevenção e cura da anencefalia, devido aos avanços da ciência. Elizabeth Cerqueira disse ainda que não há risco de morte para quem leva a gestação de uma criança anencéfala até o fim.

O representante da Federação Espírita Brasileira, Jaime Lopes, pediu respeito à visão religiosa nas discussões sobre eutanásia e anencefalia. “A posição religiosa é tão importante quanto a científica e a jurídica”, argumentou. Ele também defendeu a aprovação do PL 478/07, que cria o Estatuto do Nascituro.

A presidente do Movimento Brasil Sem Aborto, Lenise Garcia, defendeu o “apoio e o acolhimento” como estratégias para ajudar as gestantes de bebês anencéfalos a levar a gravidez até o fim. “Não se deleta uma vida humana”, disse.

Aborto é liberado na Espanha.

Posted on Dezembro 18th, 2009 in Aborto |

Dia 17 de dezembro de 2009, vários parlamentares da Câmara de Deputados da Espanha aprovam o projeto para a liberação do aborto, por jovens a partir dos 16 anos de idade.

A nova Lei espera passar no Senado , onde tudo indica que receberá aprovação.

Segundo esta Lei, a adolescente grávida não precisaria informar aos pais sobre a sua decisão de fazer o aborto, se sua decisão pudesse levar a problemas de violência na família.

No jornal “El País”, a Lei Orgânica de Saúde Sexual e Reprodutiva e da Interrupção Voluntária da Gravidez inclui alterações como o reconhecimento da objeção de consciência individual, a garantia da educação sexual, a concessão de contraceptivos subsidiados de última geração e, especialmente, a permissão do abortos por mulheres com idades entre 16 anos e 18 anos.

O novo projeto visa ainda capacitar os estudantes de enfermagem e medicina para que eles tenham aulas de como praticar o aborto. Estas aulas não seriam obrigatórias, evitando assim, o conflito do profissional com a sua condição ética ou religiosa.

O novo projeto abortista teve 184 votos a favor, 158 contra e 2 abstenções.

Após a liberação do aborto na Espanha, este país se tornou o maior em índice de mortalidade materna pelo aborto, pois se utiliza deste método como controle de natalidade.

Bebê vítima de aborto sobrevive no Acre.

Posted on Novembro 9th, 2009 in Aborto |

Na terça-feira, dia 03 de novembro de 2009, nasceu um bebê que foi vítima de um aborto, ele tinha cinco meses e meio e foi entregue para adoção.

A Justiça do Acre autorizou o aborto, a mãe era uma garota de 13 anos, que sofreu um estupro.

O bebê é prematuro e nasceu com 700 gramas, embora seu estado de saúde esteja estável.

 A mãe se recusou a ver o filho, mas já há várias pessoas interessadas em adotá-lo.

Apoiamos a CPI do aborto no Congresso.

Posted on Outubro 28th, 2009 in Aborto |

Prezados amigos:
 
O trabalho mais importante que podemos fazer nesse momento em defesa da vida é pressionar os deputados para instalar a CPI do aborto
 
A CPI já foi criada mas para sua instalação é preciso que as lideranças indiquem o titular e o suplente para compor a  essa comissão.
 
Pressionados pelas feministas essas lideranças não indicaram até o momento  os nomes dos deputados de seu partido. Mas entre o “lobby” e o eleitor, sem nenhuma dúvida o deputado fica com o eleitor. Precisamos enviar milhares de e-mails, faxes e telefonemas e falar pessoalmente quando o deputado visitar sua base eleitoral.
 
Essa CPI funcionando vai paralizar todos os projetos de aborto e até influir o STF no julgamento do aborto por anencefalia.
 
A CPI vai desmascarar os defensores do aborto e mostrar que as ONGs feministas são pagas em dólares para  lutar pela legalização do aborto no país. Esse talvez seja o maior escândalo do País. Não é por outro motivo que querem paralizar ou até arquivar essa CPI
 
Anexo segue a relação dos líderes e sugestões para os e-mails
 
Humberto L. Vieira
Presidente da PROVIDAFAMÍLA
http://providafamilia.org

A diminuição da aprovação do aborto no Brasil

Posted on Setembro 17th, 2009 in Aborto |

Há bastante tempo que não se publicam mais pesquisas de opinião pública sobre o aborto no Brasil.
Suspeitava-se que um dos motivos para isto devia-se ao fato de que estas pesquisas, muito caras, são promovidas pelas próprias organizações que promovem o aborto e a aprovação à prática continua decaindo constantemente no país.

 A suspeita confirmou-se na semana passada, quando Sônia Correia, uma das principais líderes do movimento feminista mundial, declarou no dia 10 de setembro no Seminário de Direitos Reprodutivos promovido em São Paulo pela CCR com apoio da Fundação MacArthur, que as mais recentes pesquisas de opinião públicas no Brasil constatam que a aprovação ao aborto no Brasil continua em queda. A declaração recente de Sônia dá a entender que tais pequisas, ainda que não divulgadas, continuam a ser realizadas. A declaração, ademais, é importante por causa do prestígio e da posição ocupada por Sônia Correia no movimento mundial pela legalização do aborto.

Segundo as palavras de Sônia Correia, que podem ser ouvidas ao vivo em um vídeo que ficará disponível na Internet apenas durante a próxima semana, “Isto é só para lembrar. Tem um pouco a ver com a questão levantada de que todas as pesquisas de opinião pública indicam que no Brasil há um razoável consenso sobre a manutenção da lei como está, no que diz respeito ao aborto em casos de estupro. A opinião pública é também absolutamente favorável ao aborto em casos de anencefalia. ENTRETANTO O APOIO DA SOCIEDADE AO ABORTO POR DEMANDA, AO ABORTO POR DECISÃO E AUTONOMIA DA MULHER, JÁ FOI MAIS ALTO. JÁ TIVEMOS APOIO DE 30% NOS ANOS 90. MAS HOJE AS ÚLTIMAS PESQUISAS DE OPINIÃO QUE TIVEMOS MOSTRAM QUE ESTA APROVAÇÃO ESTÁ AO REDOR DE 10% DA POPULAÇÃO E CONTINUA EM QUEDA. Portanto acho que neste caso temos que pensar estrategicamente. Quero dizer, os casos de anencefalia convergem para o sentimento da população, a manutenção do aborto por estupro também, mas em relação à ampliação do debate para uma mudança da concepção do aborto como direito e autonomia da mulher e no sentido em que a ponderação do direito deve prevalecer em relação à mulher, eu acho que temos muito trabalho a fazer. Uma tarefa neste trabalho seria talvez chamar a atenção, nas campanhas que fazemos em relação à legalização do aborto, que legalizar o aborto não significa produzir uma lei que vai tornar o aborto compulsório”.
 
http://www.pesquisasedocumentos.com.br/soniacorreia.wmv
 
Sônia Correa, pouco conhecida do público brasileiro através dos meios de comunicação, é uma das principais feministas que trabalham por detrás dos bastidores do movimento de legalização do aborto no Brasil e no mundo, atuando principalmente na coordenação entre as grandes Fundações Internacionais financiadoras do aborto e o trabalho das ONGs instaladas nos vários países. Ela é coordenadora da Iniciativa de Gênero do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE) e Coordenadora de Pesquisas em Direitos Sexuais e Reprodutivos para a DAWN, uma extensa rede feminista internacional, pouco conhecida pelos brasileiros, que se dedica, entre outras metas, ao trabalho de coordenação da promoção da legalização do aborto na América Latina. Segundo o site da DAWN, “o setor latino americano da organização trabalha em parceria com grupos nacionais e regionais para coordenar a campanha latino americana para a descriminilização do aborto, elaborando estratégias de orientação política destinada a influenciar instituições e processos regionais, juntamente com um programa de pesquisas destinado ao rastreamento das forças de oposição”.
 
http://www.dawnnet.org/ARCHIVE/health.html
 
Fundadora da SOS Corpo, uma das organizações feministas que promoveu o rapto da menina de nove anos do Instituto Materno Infantil do Recife porque o diretor da maternidade havia reconhecido que a gravidez não apresentava riscos para a sua vida e tanto o pai como a mãe eram contrários ao aborto, Sonia Correia foi também membro integrante das Delegações do Brasil junto às Conferencias das Nações Unidas de População e Desenvolvimento e sobre os Direitos da Mulher. Integra a Comissão Nacional do Brasil sobre População e Desenvolvimento, organismo público responsável pela implementação da Plataforma de Ação da Conferencia de População e Desenvolvimento do Cairo de 1994.
 
Trabalhou para a Fundação Ford e para o Fundo de População das Nações Unidas no Brasil no acompanhamento da Conferência Internacional de 1994 sobre População e Desenvolvimento.
 
No final dos anos 80, Sônia foi uma das personalidades chamadas para o planejamento do programa de investimento de U$ 36 milhões da Fundação MacArthur para a promoção da legalização do aborto no Brasil. Tendo acompanhado posteriormente todo o trabalho executado durante o período entre 1990 e 2002, Sônia elaborou, juntamente com o americano Peter McIntyre, o relatório final de todo o projeto que recebeu o título de “Lições Aprendidas: O Programa da Fundação MacArthur de População e Saúde Reprodutiva no Brasil 1990-2002″.
 
Embora seja uma das principais líderes feministas do alto escalão da rede de organizações que está por trás da promoção do aborto no Brasil, seu nome raramente aparece nos jornais e, quando aparece, o faz sempre sem destaque. Quando o debate promovido pelo Ministro da Saúde Temporão no sentido de viabilizar no Brasil um plebiscito sobre a legalização do aborto tal como havia acontecido em Portugal estava em seu auge, Sônia Correia publicou no jornal O Estado de São Paulo uma carta aberta ao Ministro para que ele reconsiderasse sua insistência em promover um plebiscito para legalizar o aborto noBrasil.
A carta, assinada por Sônia Correia e publicada pelo Estado de São Paulo em 10 de abril de 2007, omite o extenso currículo da autora e nomeava apenas uma de suas qualificações menos importantes. O texto iniciava-se elogiando a atitude do Ministro ao afirmar que “o aborto é um grave problema de saúde”, mas acrescentava que “a proposta de que a matéria seja resolvida através de plebiscito exige uma reflexão cuidadosa. Embora uma consulta popular abra campo para que forças favoráveis à legalização dialoguem amplamente com a sociedade, essa não é uma questão que possa ser resolvida pela imposição de maiorias sobre minorias”.
 
Após esta carta, coincidentemente ou não, nunca mais se falou em plebiscito para legalizar o aborto no Brasil.
 
Francis Kissling, fundadora e presidente internacional da organização Católicas pelo Direito de Decidir, em uma entrevista à Universidade de Smith, declarou que as principais figuras da reviravolta internacional dos direitos sexuais e reprodutivos que colocou em um novo paradigma a promoção do aborto no início dos anos 90 foram duas americanas e duas brasileiras: Joan Dunlop, ex secretária pessoal para questões populacionais de John Rockefeller III; Adrienne Germain, cientista social da Fundação Ford, presidente da IWHC e ex-orientanda de Kingsley Davis, um dos fundadores do Conselho Populacional das Organizações Rockefeller; Carmen Barroso, diretora do programa de controle populacional da Fundação MacArthur e uma das principais responsável pela articulação da rede de serviços de abortos em casos de estupro a partir da qual pretendia-se remover totalmente o aborto do código penal, tornando-o legal durante os nove meses da gravidez; e Sônia Correia.
 
http://www.smith.edu/libraries/libs/ssc/prh/transcripts/kissling-trans.html
 
A mesma Adrienne Germain, entrevistada mais tarde pela mesma Universidade, menciona quatro entre as mulheres que mais admirou no mundo, duas das quais são brasileiras: Peggy Antrobus, Jacqueline Pitanguy, Gita Sen e Sônia Correia.
 
http://www.smith.edu/libraries/libs/ssc/prh/transcripts/germain-trans.html

por Antônio Donato.
 

Suécia: Aborto por motivo de sexo indesejado

Posted on Agosto 12th, 2009 in Aborto |

Na Suécia os nascituros podem ser abortados quando a mãe não concorda com o sexo da criança, conforme decisão do Serviço Nacional de Saúde em Estocolmo. Uma mãe com duas filhas de Eskilstuna (ao sul da Suécia) fez dois abortos porque não queria uma terceira filha.
Ao ficar grávida novamente ela pediu aos médicos que lhe informassem o sexo da criança. Estes pediram conselho ao Serviço Público. Resposta: os abortos motivados por insatisfação com o sexo não deveriam ser negados. Caso contrário se violaria a legislação em vigor, que permite o aborto até a 18ª semana.Segundo em informe do jornal sueco, no momento, existe um turismo de aborto entre a Noruega e a Suécia: o fato de que na Noruega o aborto somente é permitido até a décima segunda semana, assim que ficam sabendo o sexo da criança, as gestantes viajam cada vez mais para o país vizinho.

Entre elas estariam especialmente mulheres de outras culturas. “Quando uma mulher já tem três ou quatro meninas e vem da Turquia a pressão é grande para ter um menino” cita um abortista no jornal.

ADPF 54- Pretende Autorizar o Aborto dos Anencéfalos no Brasil.

Posted on Agosto 12th, 2009 in Anencéfalos, Aborto |

A questão da Anencefalia amplamente discutida em nosso País, vem demonstrando que muitos profissionais da saúde e também do âmbito jurídico, vem alimentando informações incoerentes e distantes da verdade, para sustentar a aprovação do aborto dos anencéfalos no Brasil.

1º-  O anencéfalo é um ser vivo e que possui tecido cerebral sim. Muitos afirmam que o anencéfalo não tem cérebro e é um ser morto e com esta falsa hipótese querem condená-lo à morte. Muitas associações Pró-Aborto defendem a idéia de que devemos matar o anencéfalo, porque ele vai morrer mesmo…
E nos perguntamos, quem de nós não vai morrer um dia ???

2º- Não é verdade científica dizer que todos os anencéfalos morrem nas primeiras 24 horas após o nascimento. Muitos sobrevivem dias, semanas, meses e até anos. Já relatamos neste blog, sobre o caso de Marcela de Jesus- anencéfala, que sobreviveu por quase dois anos.

3º Não é verdade científica dizer que os anencéfalos apresentam morte encefálica, e com isto, não sentem nada.

4º Não é verdade científica dizer que a mãe gestante de um anencéfalo é um “caixão ambulante”. Isto é uma inverdade e uma falta de respeito ao ser humano, tanto à mãe, quanto ao seu filho, porque o anencéfalo é um ser vivo, que é gerado e passa por todas as fases de desenvolvimento, embrionária e fetal, chegando ao nascimento e sobrevivendo muitas vezes.

5º Há uma verdadeira descaracterização da anencefalia por partidários do aborto em nosso país, inclusive, afirmando inconsistentemente que Marcela de Jesus, não era anencéfala. Marcela que sobrevivieu quase dois anos; assim como Giovana Lopes Sanches, outra menina anencéfala que sobreviveu mais de nove meses, ambas brasileiras. Marcela de Jesus, não apresentava morte cerebral, porque ela respirava, ela não estava sendo mantida por aparelhos, ela apenas recebeu ar com maior quantidade de oxigênio por um período e depois foi liberada indo para casa com sua mãe.

Marcela e Giovana,  são exemplos vivos de que condenar um anencéfalo à pena de morte é uma crueldade sem limites, um crime hediondo, porque eles são seres vivos e precisam sobreviver.

6º O anencéfalo está também sendo acusado de morto cerebral, para alimentar o comércio de órgãos, ou seja, mata-se o anencéfalo e seus órgãos são repassados para outras crianças que precisam.

O Aborto ganhou uma capa, ele está mascarado e recebe um bonito nome, o nome  de “Antecipação Terapêutica do Parto”. Afirmando-se que o anencéfalo é um ser inviável e que deve morrer, criaram a  ADPF 54- uma sigla que pretende obter um pronunciamento do Supremo Tribunal Federal em relação ao direito constitucional das gestantes de terem acesso ao procedimento médico de Antecipação Terapeutica do Parto= ABORTO.
Alegam que se a ADPF 54 for aprovada, a morte dos anencéfalos representa uma evolução cultural para o país!!!
Isto não é uma terapia, é um aborto eugênico, pois leva-se em consideração que o anencéfalo deve morrer por ser portador de algum defeito.

A doutora Lenise Garcia da Universidade de Brasília nos explica de forma didática estes pontos:

Parte 1 : http://www.youtube.com/watch?v=WnTeZbi8QzA

Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=Tg8zJtHdtdo

Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=Pni_uCdRTi8

Parte 4: http://www.youtube.com/watch?v=cjbjh6KVCF0